Justicia restaurativa y diversidad de género en el entorno escolar:
prácticas inclusivas, cultura de paz y derechos humanos
DOI:
https://doi.org/10.58725/rivjr.v2i2.195Palabras clave:
derechos humanos., cultura de paz; , diversidad de género; , justicia restaurativa; , educación inclusiva;Resumen
Este artículo analiza el potencial de la Justicia Restaurativa como estrategia para promover el respeto a la diversidad sexual y de género en el ámbito escolar, investigando cómo las prácticas restaurativas —círculos de diálogo, mediación de conflictos y escucha activa— pueden contribuir a la construcción de una cultura de paz y a la prevención de la violencia motivada por prejuicios de género y orientación sexual. A través de una revisión bibliográfica interdisciplinaria, combinando contribuciones del Derecho, la Educación y los Estudios de Género, y fundamentado en los marcos jurídicos brasileños (Constitución Federal de 1988, Resolución CNJ 225/2016, ECA y BNCC), el estudio examina experiencias brasileñas de implementación de la Justicia Restaurativa en las escuelas y los desafíos institucionales, culturales y de formación que enfrenta su consolidación. El artículo concluye que el enfoque restaurativo, cuando se integra en el proyecto político-pedagógico de la escuela y cuenta con el apoyo de la formación docente continua, constituye un instrumento eficaz para transformar las relaciones escolares, fortalecer el sentido de pertenencia entre los estudiantes LGBTQIAPN+ y contribuir a la efectividad de los derechos humanos en la educación.
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