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Experiência Acadêmica de Mulheres Cotistas na Universidade
DOI :
https://doi.org/10.58725/rivjr.v2i2.212Mots-clés :
préjugé, quotas, femmes, maintien, UniversitéRésumé
O presente artigo tem por objetivo problematizar como privilégios de gênero, raça e classe afetam a trajetória universitária. A análise busca diferenciar a experiência de mulheres admitidas pela política de cotas, baseando-se no princípio de interseccionalidade, e entendendo como múltiplas opressões se impõem sobre sua experiência. A metodologia se valeu de pesquisas em bibliografia e estatísticas para entender como estruturas históricas opressivas influenciam o presente e identificar os impactos disso no cenário atual.
A primeira parte introduz o conceito de interseccionalidade; a segunda considera isso em uma análise histórica do acesso da mulher ao Ensino Superior; e a terceira identifica os desafios que persistem mesmo após o ingresso nas instituições. A pesquisa constatou que a simples neutralidade institucional, ou a mera legalização da educação superior feminina, não é suficiente para garantir a democratização do ensino, reafirmando a necessidade de políticas de acesso combinadas às de permanência para que esse direito se consolide.
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