A crise da democracia e a violência política: impactos e a vitimização

Autori

  • Gabriel Isique Bacal PROVITIMA

DOI:

https://doi.org/10.58725/rivjr.v2i1.68

Parole chiave:

democracia, infinitismo, radicalização, trauma, violência

Abstract

ABSTRATO

 

Cientistas políticos em todo mundo estão muito preocupados com a instabilidade política e social desta década, uma existência com múltiplas crises domésticas e globais. Há diferentes visões no campo de micro condições, mas há consenso por exemplo na crise da Democracia e o crescimento da violência política. Estas condições elevam o número de problemas a serem enfrentados, em especial regulamentação abusiva e persecutória contra a iniciativa privada e infração de direitos constitucionais e humanos a diversas partes da espécie humana e suas sociedades.

Este processo danoso constrói de maneira tanto coletiva como individual, traumas de vitimização porque as populações e suas instituições estão sendo prejudicadas por abuso de poder público, excessiva difamações e desinformações, e fomento de perseguição e violência. Assim nos tornamos vítimas (diretamente e indiretamente) de agentes públicos, grupos e indivíduos com finalidade exclusiva de projetos de destruição e intensificação da crise com piora clara na qualidade de vida. O texto não pretende apontar dedos e nem termos preferências políticos. Este texto apenas focará em identificar e responder a uma crise catastrófica múltipla de âmbito político que prevalece e se autodetermina pela divisão social, hiperpolarização binária, uso da violência, disfunção institucional/social e econômica, e tempo político em limbo ou paralisado.

 Neste artigo cientifico serão abordados quatro fatores interconectados a crise democrática e a violência política acelerada: porque entender as bases e complexidades da crise promovem caminhos solúveis eficientes, os processos de vitimização e trauma no tema para todos, os obstáculos e estratégias possíveis neste ambiente para instituições (tanto privadas como públicas) e sociedades, e o porquê de confrontarmos esta crise.

Pubblicato

2024-03-01

Fascicolo

Sezione

Artigos